Certo ou Errado?

13 11 2010

                        Temos sempre a preocupação de fazer as coisas certas na vida. Mas não entendo o motivo qual as vezes parece tudo desandar. Se sabemos o que é certo e o que errado, por que ainda assim optamos por persistir no erro? É muito complicado quando tudo ao nosso redor nos cobra atitudes exemplares. Sabemos que devemos ser bons filhos, bons irmãos, bons pais, bons maridos (e boas esposas), bons amigos, e por aí vai. Só não consigo entender mesmo o motivo qual o que é “errado” é o mais prazeroso. Atrativo. De uma maneira geral, somos cobrados o tempo todo de servimos de exemplo, mas eu pergunto: exemplo de quê? Será melhor vivermos a vida monótona e chata do “ser certinho” do que vivermos a vida intensamente da maneira qual, nossos inconseqüentes corações nos pede para fazer?

                         Quando indagados por nossos filhos ou netos… lá na frente… se nos consideramos ter vivido uma vida intensa, ainda que cheia de tropeços, ou se tivemos uma vida pacata e tranqüila por medo de arriscar, o que dizer a eles? Que cometemos muitos erros e que fizemos muitas “burradas”na vida, porém vivemos tudo aquilo que nosso coração mandou, ou dizermos a eles que por ausência de coragem levamos a vida de acordo com a ética e os bons costumes nos inclinaram a viver, deixando então as fortes emoções passarem diante de nossos olhos?

                         Claro que como bons educadores de uma sociedade alienada e controlada pela própria sociedade, pelos olhos dos outros, o mais correto a dizer é que levamos sim uma vida sossegada e, contudo, de poucos erros cometidos. Que vivemos numa constância vida morna do que uma instável vida quente. Assim estaremos “educando-os” ao que é certo fazer. Mas a pergunta é justamente essa: o que é certo fazer?

                         Quem foi que conceituou o que é certo e o que é errado? Será que o certo é mesmo o certo e o errado está realmente errado? Existe o certo e o errado?

                          A segurança de uma vida certinha é a certeza de uma vida longa e de constante bem estar, mas a intensidade de uma vida destemida, traz momentos inesquecíveis. E como diz o Rei Roberto Carlos:  “se chorei ou se sorri, o importante é que emoções, eu vivi...”

                         Seja como for a sua vida, viva sempre! Viva uma vida acordada, viva uma vida vivida!!!

…Tem certas coisas que eu não sei dizer…

 

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One response

13 11 2010
Ebrael Shaddai

Bem, não concordo com td q vc diz acima, mas sim com o essencial. Não concordo que o recuo diante de uma situação se deva unicamente ao medo de arriscar. Muitas vezes, simplesmente, conseguimos prever com quase exatidão os resultados certos de uma atitude.

Prudência não é medo, é sapiência serena acerca de certa matéria. É a coragem de dizer: calma! Vamos com Calma! Apesar disso, concordo que devemos, sim, seguir o Caminho Certo pra nossas vidas, de acordo com a Consciência de onde viemos e aonde queremos chegar, e não o caminho-modelo que nos mostram como perfeito em tds as situações!

Bjs!

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