Na Janela

26 02 2012

 

 

 

 

 

 

Da janela observo a vida passar

O dia lindo com o sol a raiar

Enquanto todos vivem, eu observo aqui bem de perto

As crianças sorrindo com o coração limpo, aberto

Às vezes vôo longe, vou para o desconhecido

Aonde o encontro o medo, esquecido

Então eu volto e da janela eu vejo a vida passar

Essa é minha vida, meu lar

Não adianta me chamar, eu não vou pra lá

Aqui é meu lugar e aqui eu vou ficar

Estou bem, pode ter certeza

Ainda que pareça tristeza não há outro lugar

Cada um vive onde tem que viver

Esse é meu canto, meu habitar

Não tem lágrimas, não tem choro

Não tem culpado, não tem inocente

Não tem nada de diferente

Só que na janela é o meu lugar.

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7 responses

28 02 2012
seuflavioflavio

Eu quero essa janela kkkkkkkkkk bjs

27 02 2012
charlesnetto

AMIGA Obrigado pela partilha de posta que nos faz refletir sobre o fato escolhas e a nos darmos conta da importância de analisarmos a vida e todo o seu contexto que fizemos parte, valeu mesmo!

26 02 2012
Aurélio

Barbara querida, gostei muito!
Cada um tem o seu cantinho, para pensa, sonhar, lembrar coisas boas e até sofrer, mas tem que ser ali, em outro lugar não dá, não é a mesma coisa!
Beijão minha querida!!!

26 02 2012
Erlon Andrade

Em muitos momentos achamos que não vivemos a vida e só observamos as coisas da janela. Mas esquecemos que se estamos nesta posição de observadores ou mesmo presos pelos nossos pensamentos é tudo por uma escolha que fizemos.
Os únicos culpados das escolhas erradas somos nós mesmos.

26 02 2012
Bárbara

Erlon, sem sombra de dúvidas, somos os únicos responsáveis por nossas escolhas. Eu só não sei se concordo que esta escolha é errada. Acho que é apenas uma escolha.
Muito obrigada pela sua visita e seu comentário. Muito obrigada mesmo.
Volte sempre que quiser!

Beijos.

26 02 2012
Regina Márcia

Belo poema Bárbara.
Muitas vezes a janela é o refugio particular e seguro de muitas pessoas. É o lugar onde se vê tudo, sem que com isso tenha que se envolver.

Bjos.

26 02 2012
Bárbara

No caso da personagem do poema, esta encontra-se presa por sua própria mente. Não vê os detalhes da vida, só vê que não vive a vida.
Obrigada por seu comentário.
Grande beijo e volte sempre!

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